A campanha municipal em Monteiro praticamente já começou. Pela situação existe a pré-candidatura da prefeita Edna Henrique, enquanto pela oposição ventila-se quatro pré-candidaturas: Carlos Batinga (PSC), Juraci Conrado (PTB), Chuta (PP) e Dr. Damião (PT). Quando a coisa afunilar, lá para os meados de maio ou junho, deverão ficar realmente duas candidaturas: Edna Henrique e Carlos Batinga.
Estilos diferentes
Estrearam neste domingo na Rádio Monteiro FM, o programa Dizendo Tudo, com Napoleão de Castro e Jota Junior e Falando a Verdade, com Fábio Brito e Edglay Bezerra. O programa da oposição abriu espaço para Veneziano Vital do Rego, Hervázio Bezerra, Carlos Batinga e Dra. Lourdinha. Já o Falando a Verdade optou pela participação popular e abriu espaço para líderes comunitários e ouvintes, entre eles: Zé de Erasmo, Antônio Maniçoba e Zé de Toinho. Talvez seja essa diferença de estilos que venha a mostrar um grupo mais ligado às “lideranças” e outro mais focado no povão. Dizem que a voz do povo é a voz de Deus.
Afirmação infeliz e egoísta
Foi bastante infeliz e egoísta a entrevista do ex-prefeito Carlos Batinga no programa Dizendo Tudo neste domingo, afirmando que as pessoas divulgam, elogiam e aplaudem a prefeita Edna Henrique por serem pagas para isso.
Eu mesmo fui secretário de Comunicação de Batinga durante mais de 5 anos, ganhando um bom salário de secretário, mais não considero que tenha sido pago para bajular ou aplaudir o seu governo.Pelo contrário, eu era pago por exercer uma atividade profissional que visava dar visibilidade à sua gestão.
Não é possível que o ex-deputado tenha a vaidade e o egoísmo de considerar que só é normal a divulgação do trabalho dele, achando que é errado reconhecer a divulgar o trabalho de outras lideranças.
Talvez essa forma de pensar esteja contribuindo para que o líder oposicionista venha sofrendo tantas defecções e perdendo apoios de tantos que contribuíram para erguer o seu nome da política.
Resposta do povo
O ex-vereador e ex-secretário de Agricultura de Monteiro, Chuta, afirmou na sua entrevista à Radio Monteiro FM que o agricultor monteirense hoje estaria totalmente esquecido e desvalorizado.
No programa seguinte, várias lideranças da zona rural deram entrevista mostrando exatamente o contrário, reafirmando os avanços verificados nas comunidades rurais de Monteiro e elogiando o trabalho da prefeita Edna Henrique.
Candidatura de Conrado
O vereador Juraci Conrado (PTB) confirmou que também pretende ser candidato a prefeito de Monteiro. Dizem no moído que essa pretensão do vereador só será alimentada até o mês de maio porque em junho ele deverá ser indicado mesmo como candidato à vice. De Batinga ou, pasmem, de Edna.
domingo, 15 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Indelicadeza e Deselegância
Independente de qual tenha sido o resultado apresentado, foi inoportuna, indelicada e deselegante a atitude de veículos de comunicação ligados à oposição, questionando a lisura do jornalista Fred Menezes em relação à divulgação da pesquisa DATAVOX para a Prefeitura de Monteiro em 2012.
Fred Menezes e o seu portal VITRINE DO CARIRI têm sido homenageados anualmente pela Rádio Cidade de Sumé, pela credibilidade e competência na forma de divulgar os fatos e acontecimentos da região. A Rádio Cidade, que reconhece os valores e o conceito de Fred Menezes, pertence ao Grupo Batinga Chaves.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Contra-ataque fulminante
Mesmo faltando ainda mais de 9 meses para o pleito municipal de 2012, a movimentação política em Monteiro já é intensa e nas duas ultimas semanas o caldeirão esquentou acima da média.
Desde algum tempo, partidários do ex-prefeito Carlos Batinga, procurando a todo custo encontrar um fórmula de esbarrar o crescimento da popularidade da prefeita Edna Henrique e tentar estancar a sangria desatada provocada por uma serie de adesões em prol da reeleição da prefeita, iniciaram uma campanha sistemática de denuncismo contra a gestão municipal. Foram denúncias que não surtiram o efeito desejado, principalmente pela falta de uma argumentação consistente. No auge desse denuncismo, o Tribunal de Contas do Estado colocou um balde de gelo nessa fervura, aprovando as contas da gestora monteirense referentes ao ano de 2009.
Mesmo assim, insistindo na tese do barulho, continuaram a campanha de oposição radical, tentando apresentar para a opinião pública a imagem de um governo desorganizado e corrupto, mesmo diante de um arrojado canteiro de obras, equilíbrio financeiro e avanços consideráveis em todas as áreas.
Sendo graduado em engenharia, Carlos Batinga esqueceu, no entanto, de um fundamento básico na lei da física: TODA AÇÃO PROVOCA UMA REAÇÃO. Devidamente articulado e organizado, o grupo liderado pelo Deputado João Henrique deu inicio a um contra-ataque fulminante contra o ex-prefeito Batinga, mostrando através de documentos, pendências suas junto à FUNASA e outros órgãos que estariam inclusive causando prejuízos ao município de Monteiro, alem de documentação colhida junto ao Ministério Público Federal sobre o processo que Batinga responde sobre a acusação de prática de improbidade administrativa em caso de licitação.
Assustado com o bombardeio e talvez por não esperar por uma reação tão determinada, o ex-prefeito foi pro rádio e disparou raivosamente contra seus opositores. espalhou na mídia que iria processar os seus “caluniadores”, alegando que não tinha culpa no cartório.
Outra artilharia do grupo João Henrique veio em seguida, mostrando inclusive documentos recentes expedidos no dia 15 de dezembro, mostrando Batinga realmente como o responsável pelas pendências junto à FUNASA e confirmando que sobre ele pesa a imposição de um débito superior a quatrocentos mil reais como devolução ao erário público, existindo inclusive um boleto de cobrança desse débito.
Diante dos fatos, vale a pena analisar o seguinte: Se Batinga pensa em processar seus “caluniadores”, certamente estará processando a FUNASA e o SIAFI, órgãos que emitiram os documentos que denunciam o ex-prefeito monteirense. Afinal de contas, João Henrique tem esses documentos em mãos e neles se baseou para afirmar o envolvimento do ex-deputado. Em segundo lugar, o episodio serve para mostrar que a realidade política de Monteiro hoje é muito diferente, pois o ex-prefeito não enfrenta mais um adversário fragilizado e sem estrutura. Ao contrário, Batinga, se realmente for candidato, estará enfrentando um grupo articulado e estruturado que inclusive já venceu o seu grupo e pretende repetir a dose.
A guerra está apenas começando, mas já dá sinais do que poderá acontecer lá na frente. A reação de Batinga através de entrevista às emissoras de rádio, mostra que o ex-prefeito já não está tão equilibrado e calculista como sempre se apresentou, quando estava na dianteira. Transtornado, o chefe da oposição tachou adversários de incompetentes, irresponsáveis e desesperados. Os fatos mostram que nessas afirmações Batinga está equivocado.
Incompetentes não, porque conquistaram a prefeitura de Monteiro em 2008 e fizeram com que Batinga não aumentasse a sua votação em 2010, o que contribuiu para a não renovação de seu mandato de deputado.
Irresponsáveis também não, porque as afirmações têm sido feitas com base em documentos reais.
Desesperados também não, porque o nível da linguagem apresentada pelos dois grupos mostra o contrário.
Conversando comigo no final de semana, o deputado João Henrique informou que o grupo está devidamente municiado de farta documentação sobre atos administrativos praticados, onde muita coisa precisa ser melhor explicada.
Um dos coordenadores políticos de Edna comentou: “Estamos prontos para dançar valsa, xote e baião. Eles é que vão dizer o ritmo da dança”
Simorion Matos
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
A Guerra de 12 em Monteiro
Faltando 22 dias para o início do ano eleitoral, a movimentação que já vem sendo apresentada pela imprensa sugere que, em Monteiro, poderá travar-se uma verdadeira guerra.
O bloco da oposição, chefiado pelo ex-prefeito Carlos Batinga, comandou a Prefeitura durante 12 anos mas, em 2008, perdeu as eleições para Edna Henrique. Agora destronado, sem município e sem governo estadual, o grupo Batinga tenta voltar ao poder. Na busca de recuperar forças, essa oposição investe numa campanha sistemática contra Edna, inclusive com denuncismo.
A seu favor, a prefeita tem um verdadeiro canteiro de obras, um elenco de adesões que supera em muito as baixas, a regularidade financeira da sua gestão e a comprovação da lisura dos seus atos administrativos, atestada recentemente pelo Tribunal de Contas do Estado.
Conversando conosco recentemente, Edna Henrique demonstrou segurança e garantiu que está pronta para enfrentar a Guerra de 12.
“Com muita fé no Poder Superior e o apoio do povo, estaremos prontos para enfrentar o desafio, se esta for a vontade dos monteirenses. Vamos comparar o que estamos fazendo em tão pouco tempo, com o que eles não fizeram durante os 12 anos de poder. E o denuncismo que vêm praticando de forma desesperada, rebateremos com a verdade esclarecedor. Com documentos, mostraremos quem realmente cometeu irregularidades”, detonou a guerreira.
A guerra promete.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
A resposta de Ravel
Muito lúcida e expressiva a resposta do fotógrafo e cinegrafista Asley Ravel a respeito da tentativa de distorcerem o real sentido de um artigo de sua autoria sobre a política cultural brasileira.
Para os que tentaram distorcer seu pensamento, o recado de Ravel foi curto e direto: "não me usem para fazer politicagem".
Para os que tentaram distorcer seu pensamento, o recado de Ravel foi curto e direto: "não me usem para fazer politicagem".
domingo, 4 de dezembro de 2011
ATIRANDO SEM SABER PRA ONDE
Totalmente desarticulada, sem discurso convincente e perdendo quadros a cada semana, a ala xiita da oposição monteirense tenta de forma desesperada encontrar algum assunto que possa desmerecer a administração da prefeita Edna Henrique.
Apostaram na estória da rejeição e o próprio povo vai às emissoras de rádio elogiar a prefeita, que é recebida com entusiasmo por onde passa.
Depois investiram no denuncismo, apontando supostas irregularidades administrativas em compras e pagamento de despesas. Aí, o Tribunal de Contas do Estado aprova as contas da prefeita.
No momento, escolheram a cultura como alvo. Até opiniões de artistas sobre a política cultural em nível geral, tenta-se passar como se fosse uma crítica à gestão da cultura local.
Tem jeito não, só inventando outras.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Quem ensinou a trazer gente “de fora” para Monteiro não foi Edna Henrique
Um grupo em torno de 50 pessoas realizou no dia de finados, em Monteiro um encontro para lançamento do P do D – Partido dos Desocupados. Segundo foi divulgado, o movimento surgiu sob a alegação de que alguns freqüentadores do moído dos “vermelhinhos” estariam desocupados pois, segundo eles, alguns cargos na administração municipal de Monteiro estariam preenchidos por “gente de fora”. Uma clara demonstração de preconceito e divisionismo, como se o simples fato de alguém ter nascido numa determinada cidade não lhe dê permissão para trabalhar em outra.
Com todo respeito ao direito desses reclamantes se reunirem e protestarem, considero que o argumento a respeito das pessoas “de fora” não convence mais. Senão vejamos.
Quem primeiro ensinou a trazer “gente de fora” para trabalhar na prefeitura de Monteiro foi o então prefeito Carlos Batinga. De inicio trouxe de Garanhuns o teatrólogo Marcos Freitas e de Arcoverde o comunicador Paulo Viana. Depois trouxe para a área de saúde o médico Dr. Leônio Sergio para dirigir o Hospital Santa Filomena e depois ser Secretário de Saúde, além das enfermeiras Lauradella Geraldine, Jeane Mantovani (com o marido Altair Mantovani) e Marilayne Chaves. Trouxe para a área de informática Amauri Junior e para a contabilidade, Holdermes Chaves. Diga-se de passagem, que todos são pessoas do melhor conceito profissional e pessoal, que prestaram grandiosos serviços à comunidade monteirense, provando que não é a barreira geográfica o motivo para o cidadão ou uma cidadã exercer a sua profissão.
De outra forma, pessoas de reconhecido valor profissional e pessoal que participaram das administrações monteirenses nos 12 anos da era Batinga também foram exportados para outras cidades onde prestaram grandes serviços. Como exemplo: Cristiane Leal como secretária de saúde de Serra Branca e Pádua Torres como secretário de administração e finanças de São José dos Ramos. Isto sem falar no próprio Carlos Batinga que foi exportado por Monteiro para mostrar seu valor profissional como secretário municipal em João Pessoa, Natal e Salvador.
Esse demonstrativo joga por terra a insatisfação dos vermelhinhos, pelo fato da Prefeita de Monteiro, Edna Henrique, haver colocado meia dúzia de pessoas “de fora” em cargos comissionados em um quadro composto por mais de 100 funções.
Em Monteiro, pessoas “de fora” sempre foram bem recebidas e contribuíram muito com a cidade. Eu nasci em Recife mas me considero monteirense e nesta terra tive a honra de ser vereador durante 22 anos, presidindo o legislativo municipal por duas vezes. O grande líder Alexandre da Silva Brito, que era de São João do Cariri, foi 4 vezes prefeito de Monteiro.
Não devemos ser egoístas ao ponto de considerarmos normal um monteirense atuar em outra cidade, fechando as portas da nossa terra para quem pode nos oferecer dedicação e trabalho.
Afinal de contas se Batinga não queria que pessoas nascidas em outras cidades pudessem trabalhar em Monteiro, ele mesmo não tivesse trazido. A não ser que ele insista na velha tese: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Simorion Matos
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