terça-feira, 18 de outubro de 2011

Discurso quebrado


Longe do governo, o grupo liderado pelo ex-deputado Carlos Batinga se comporta em Monteiro igualmente a quem perde alguma coisa e fica roendo.

Recentemente comemorou a mudança na Gerência Regional de Educação, quando a monteirense Tânia Araújo foi substituída pelo professor Maurismar Chaves, de São João do Tigre.

Agora, o grupo demonstra euforia antecipada, diante de uma hipótese de substituição na direção do Hospital Regional Santa Filomena por integrantes da Cruz Vermelha. A Cruz Vermelha ainda está em João Pessoa, porém o grupo oposicionista já anseia com o seu desembarque em Monteiro.

No discurso, palavras solenes de querer “devolver” o poder aos monnteirenses. Na prática, a alegria quando alguém monteirense é descartado, pelo simples fato de ter sido indicado pelo deputado João Henrique.

Ah!!! Vão dizer que o atual diretor do hospital, Dr. Raniere Sena, É DE FORA. Esquecem de lembrar que, na era Batinga, trouxeram DE FORA o Dr. Leônio Sérgio para dirigir o HRSF e ser Secretário de Saúde de Monteiro.

É o verdadeiro discurso da contradição.

sábado, 15 de outubro de 2011

Nascendo forte

PSD contabiliza filiação de 500 vereadores

PSD contabiliza filiação de 500 vereadores EM ALTA: Rômulo Gouveia contabiliza filiação de 500 vereadores nos quadros do PSD da Paraíba


O vice-governador da Paraíba e presidente estadual do PSD, Rômulo Gouveia, afirmou ontem, que já filiou mais de 500 vereadores ao partido, além de 30 prefeitos. Segundo ele, o partido deverá disputar as eleições em mais de 100 municípios, com a perspectiva de ampliar estes números. O PSD nasce com diretório em 201 municípios paraibanos.

“Nossa perspectiva é muito boa. Estamos concluindo os relatórios para o TRE e já estamos com diretórios em 201 municípios. Já somos mais de 500 vereadores, temos mais de 30 prefeitos, vice-prefeitos e vamos estar disputando as eleições em mais de 100 municípios. Então a perspectiva é muito positiva, acho que o partido terá um grande desempenho em 2012, tanto no âmbito do Estado como nacionalmente”, afirmou.

Segundo Rômulo, o PSD irá trabalhar o máximo que puder para fortalecer e disputar as eleições com chapas próprias para vereadores em Campina Grande e João Pessoa. “No pior cenário, nossa perspectiva é manter os números que já temos, mas o ideal é ampliar e é esse trabalho que nós vamos realizar. Isso depende muito, obviamente, da população e nós vamos respeitar as decisões das urnas, que a população sabiamente irá escolher os seus representantes para as prefeituras e câmaras municipais”, declarou.

Rômulo Gouveia afirmou que não acredita na possibilidade de novos políticos com mandato se filiarem ao partido nos próximos dias, já que os novos filiados desde o dia 8 de outubro não podem mais se candidatar nas eleições de 2012. “A possibilidade é mínima, a não ser daqueles que não pretendem disputar as próximas eleições”, disse.

O presidente estadual do PSD negou ainda a acusação feita pelo ex-deputado Armando Abílio (PTB) de que a nova legenda não teria respeitado os outros partidos e ‘tratorou’ estas legendas. “Armando falou genericamente. Não foi uma declaração específica. O trabalho que nós fizemos foi o trabalho que ele fez a quatro anos em relação ao PTB. Apenas trabalhamos nesse sentido, mas nada que pudesse fugir da regra e nós tivemos no nosso partido pessoas de várias legendas, e aí do PTB também vieram várias pessoas que sempre estiveram ligadas a mim”, afirmou.



Correio da Paraiba

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

No PPS

Nacional do PPS frustra Bernardino e diz que ‘municipal’ é quem define alianças em 2012

OUÇA: Nacional do PPS frustra Bernardino e diz que ‘municipal’ é quem define alianças em 2012

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, deixou claro, em entrevista nesta quinta (6) a imprensa paraibana, que as composições para as eleições municipais em João Pessoa serão definidas pela direção municipal do partido e que não existe qualquer orientação da direção nacional para impor candidato ou aliança, conforme foi dito recentemente pelo vereador Marcos Vinicius, do PSDB ligado ao senador Cícero Lucena.Segundo o presidente, o PPS é uma legenda que não faz imposições de “cima para baixo”.

“Quem determina é o poder local. Deixamos as nossas direções municipais livres para decidirem, afinal esta é uma decisão que afeta o município e o PPS tem uma postura de respeito às direções municipais”, declarou.Roberto Freire acredita que está cedo para tratar do tema e lembrou que a aliança que o PPS fez com o PSDB foi válida para as eleições de José Serra e que não seria balizadora de novas composições para o pleito de 2012. “Somos uma legenda independente.

Na Paraíba, fizemos aliança com o PSB nas eleições para governador e não tivemos problema algum”, destacou.“Fiquem despreocupados que a definição de aliança com A ou B não virá da direção nacional e o momento atual é de fortalecer os diretórios municipais ou comissões provisórias”, reafirmou.

Efeito contrário


A estratégia adotada pela oposição monteirense criando a idéia de que a prefeita de Monteiro, Edna Henrique, estaria rejeitada pela população, vem provocando efeito contrário aos seus criadores.

Enquanto alimentam esse noticiário, Edna Henrique trabalha cada vez mais e recebe novas adesões a cada semana.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Palpite infeliz


Tenho o mais profundo respeito e admiração pelo deputado Francisco de Assis Quintans, a quem tive a honra de assessorar durante um bom tempo e em quem votei por três vezes.

Sou conhecedor da sua luta pelo Cariri e estive presente, enquanto integrante da sua assessoria, acompanhando-o em dois grandes momentos para a região: numa audiência com  a reitora Marlene Alves tratando da implantação da UEPB em Monteiro e em outra audiência com o reitor Thompson Mariz  lutando pelo campus da UFCG em Sumé.

É inquestionável o seu trabalho pelo Cariri.

Acontece que, como todo ser humano, Quintans deve ter os seus momentos negros e infelizes. E com todo respeito que lhe tenho, considero um ato infeliz ou no mínimo impensado a apresentação desse projeto que pretende criar a Região Metropolitana de Sumé.

Nada tenho contra a terra de Zé Marcolino. Pelo contrário, admiro a cidade onde tenho vários amigos.

Porém, quem tiver o mínimo de percepção entende perfeitamente que a criação de uma região metropolitana em Sumé, nos moldes do projeto de Quintans, implicaria tão somente na trasferência da gestão administrativa de Monteiro, atual sede regional, para a outrora capital do tomate.

Se a Paraíba já tem sua divisão geo administrativa, se Monteiro já é sede da 5ª Região não existe nenhuma necessidade de mudança, daí ser inoportuno o projeto. O deputado Quintans, que obteve 1800 votos em Monteiro, precisa lutar pelo fortalecimento do que a cidade conquistou e nunca tirar dela as suas conquistas.

Exatamente por isso, estou irmanado ao grito de protesto do deputado João Henrique e dos vereadores.

 Sumé tem todo direito de crescer sem, no entanto, precisar retirar o que pertence ao povo de Monteiro. Afinal de contas, somos um só povo, a nação Cariri.

domingo, 18 de setembro de 2011

A “livre” imprensa de situação ou de oposição


Quem acompanha os portais e blogs já deve ter lido alguém tentando vender a idéia de que o seu portal é livre e imparcial, enquanto outros estariam a serviço do poder.

 Essa historia de arrotar credibilidade e independência é muito antiga no mundo da comunicação, mas na realidade raros são os que exercitam a arte de falar ou escrever com absoluta isenção. O que existe é muita gente vendendo chavões de “imparcialidade”, criticando quem divulga o governo, mas pensando mesmo é em chegar ou voltar a esse mesmo poder. Ideologistas ainda existem, mas são pouquíssimos.

 Por isto mesmo, ao tempo em que mantenho admiração e respeito por algum colega que se considera “imprensa livre” me permito afirmar que, sendo um determinado comunicador ligado a João Henrique e outro profissional atrelado a Carlos Batinga,  nenhum deles é completamente livre e independente. A imprensa simpática ao governo mostra o que existe, o que é feito. Por exemplo, o SAMU, a UPA, o calçamento nas ruas, o pagamento em dia dos funcionários, a beleza das praças, os investimentos na educação, os grandes eventos e inúmeras ações que estão ao alcance de todos. Talvez por mostrar o que é feito, esse grupo seja rotulado de imprensa governista.

O lado da imprensa que só critica e só procura defeitos, que permaneça defendendo suas bandeiras e fazendo o seu papel, porém não se proclame como “imprensa livre”, porque está a serviço da oposição. E se está a serviço dos que são contra, ela não é verdadeiramente livre. Afinal de contas, livre é quem não está a serviço de ninguém.
 Se a sua opção é ser contra, faça a sua imprensa “livre” mostrando apenas o lado negativo, na tentativa de voltar ao poder. Mas conceda aos simpáticos ao governo  o direito de fazer uma imprensa “livre” que mostra os resultados.

Cante lá que eu canto cá.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O sagrado direito de escolha


Os setores mais xiitas da oposição monteirense deram um tiro no pé, ao agredirem com ofensas o vereador Heleno de Amadeu, que fez opção por aliar-se à família, no apoio à prefeita Edna Henrique.

Acusando Heleno de traição pelo simples fato de trocar de partido (o que Batinga também já havia feito), acabaram ferindo toda a família Aleixo e, em vez de permitirem uma saída calma do vereador, provocaram feridas profundas. Um leão ferido pode lutar muito mais.


Tem mais adesões na agulha

Uma forte liderança oposicionista passou recentemente um bom tempo em reunião com o deputado João Henrique.

Pode até a adesão não ser confirmada, por questão partidária. Mas o “namoro” está bem avançado.