domingo, 21 de outubro de 2012

BASTIDORES



Mesa Diretora definida

Informações do moído dão conta de que já estaria praticamente definida a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Monteiro para a legislatura que terá início em 1º de janeiro próximo.

A bancada governista composta por 9 dos 13 vereadores eleitos, já teria escolhido para a presidência o vereador Givalbério Alves Ferreira e como vice-presidente Lito de Dona Socorro. O 1º secretário deverá ser Raul Formiga e o 2º secretário Nem de Júlia. O líder do governo deverá ser o vereador Heleno de Amadeu.

Parceiros eleitos

O deputado João Henrique (DEM) comemora a eleição de prefeitos parceiros em diversos municípios da sua área de atuação política. 

Na região de Princesa Isabel, João Henrique apoiou a reeleição do prefeito Dominguinhos. Em Juru apoiou a eleição de Luiz Galvão e, em Tavares, esteve ao lado do prefeito eleito Dr. Ailton.

Isto, sem deixar de destacar a reeleição da sua esposa, Edna Henrique, como prefeita de Monteiro.

Segundo turno em Serra Branca

Passados 15 dias das eleições, em Serra Branca ainda tem gente acreditando que o pleito pode mudar de rumo no tapetão.

Alguns devotos de Nossa Senhora da Conceição acendem velas todos os dias, na esperança de que o prefeito reeleito Eduardo Torreão perca a guerra jurídica, para a declaração de eleição do segundo colocado, Ednaildo Saraiva.

Chuta mal pra vice

Os fofoqueiros de plantão estão comentando que, na eleição de 2016, já estaria totalmente descartada qualquer indicação de Chuta como candidato a vice em Monteiro.

Alegam que Chuta é pé frio, tri-campeão em derrotas, como candidato a vice: Em 1996 foi vice de Raul Formiga e perdeu. Em 2004 foi vice de João Henrique e perdeu. Em 2012 foi vice de Conrado e perdeu de novo.

Quando soube desse detalhe, o poeta Zé da Laje se lembrou de uma toada que os gatos fizeram debochando de Edna Henrique. Usando a sonora da mesma toada, o poeta cantou assim:
No ano 96
 Não realizou festim,
Depois, em 2004,
Ficou somente em pantim
Agora em 2012
Ficou todo animadim
Mas não agradou o povo
Foi derrotado de novo
OU VICE RUIM...
OU VICE RUIM. 

 


segunda-feira, 21 de maio de 2012

No dia 2, serão 3


A tão propagada festa política que é a oposição em Monteiro anuncia para o dia 2 de junho poderá apresentar fatos surpreendentes. Em vez de  uma candidatura única, poderão ser anunciados 3 candidatos ao cargo de prefeito de Monteiro.

No último final de semana o ex-prefeito Carlos Batinga visitou Monteiro, mas não confirmou se será realmente o candidato único da oposição. O ex-prefeito inclusive  nem sequer participou do programa radiofônico que lideranças da oposição apresentam aos domingos.

Entre os próprios seguidores de Batinga inúmeros comentários deram conta durante o final de semana de que, em vez de confirmar a sua disposição de enfrentar Edna Henrique, ele teria avisado que não pretende disputar o pleito, preferindo que o grupo encontre outra opção.

Nos meios políticos, há quem desconfie de que essa seria apenas uma tática do ex-prefeito para ganhar mais tempo e tentar articular o apoio completo do grupo oposicionista ao seu nome, na tentativa de ser alçado à condição de “salvador da pátria”. Alguns analisam que Batinga teria tomado essa posição por conta do ex-vereador Chuta também pretender ser candidato, como também o vereador Juraci Conrado.
Com a popularidade de Edna em alta e um bloco oposicionista dividido em 3 projetos pessoais, Batinga teria ameaçado jogar a toalha. E só voltaria a  confirmar a candidatura se houvesse unanimidade em seu nome.

Outros analistas acreditam que o ex-prefeito estaria realmente decidido a cair fora do barco, desestimulado com os números das enquetes e pesquisas que ele mesmo teria conhecimento.  Daí aparece a possibilidade de que na festa de arromba do dia 2 de junho sejam confirmado as candidaturas de Paulo Sérgio pelo PPL, Chuta pelo PP e Juraci Conrado pelo PTB.

A dúvida é, permanecendo essas 3 candidaturas, em quem Batinga votaria.

Paulo Pajaraca, o filosofo do muido, acha que para evitar confusão o ex-prefeito, no dia 7 de outubro, talvez nem viesse a Monteiro votar.

Em trânsito, justificaria o seu título em Salvador, onde está mais preocupado com os projetos viários da Copa do Mundo que, profissionalmente, lhe garantem melhores resultados. ..

domingo, 6 de maio de 2012

Com medo do bico da tucana, a jiripoca de Monteiro não consegue piar


 
Faltando pouco mais de 5 meses para as eleições municipais, a oposição em Monteiro ainda não conseguiu emplacar um nome que venha a ter condições de disputar em pé de igualdade com a atual prefeita Edna Henrique.

Os oposicionistas já promoveram desanimadas e vazias reuniões, na tentativa de criação de um projeto único de candidatura, que se confronta com vários projetos pessoais. Como resultado, o que se divulga como orquestra afinada, é na realidade um grupo tocando em tons diferentes, executando o Samba do Crioulo Doido.

A oposição não tem um discurso convincente pelo fato de ter passado 12 anos no poder com uma produção administrativa tímida e fazendo tão somente o feijão com arroz. Além disso, comete um erro estratégico de praticar um denuncismo vazio e mal fundamentado que tem sido prontamente desmentido. Isto rendeu por parte da população monteirense uma rejeição natural ao desacreditado projeto oposicionista. O povo, sabiamente, compara o que tem sido feito pelo atual governo em 3 anos, com o que não foi realizado em 12 anos nos quais a oposição esteve no poder..

Há cerca de 2 ou 3 meses as lideranças vermelhas vêem tentando criar um ambiente de motivação para o lançamento de uma candidatura única que possa unir todo o grupo e conciliar os interesses, mas não tem conseguido. Já marcaram várias datas para esse lançamento e sempre vêm adiando.

Alguns dias atrás, num clima de motivação fantasiosa, foi dito que, com o lançamento do nome da oposição em Monteiro, a jiripoca ia piar. A jiripoca é um peixe pequeno da região amazônica e do Pantanal, que tem a boca grande. Diz à lenda que se a jiripoca conseguir piar é porque aconteceu algo muito difícil. A oposição tentava com essa lenda, aparentar que os seguidores políticos de Edna poderiam estremecer com uma possível candidatura oposicionista de Carlos Batinga, filiado ao PSC cujo símbolo, coincidentemente, é um peixe.

No domingo passado foi feito no rádio um estardalhaço tremendo, informando que o anúncio seria feito finalmente neste sábado, 5 de maio. Disseram até que cada partido aliado estaria comunicando o seu apoio ao “grande projeto de união”.

Mas o tão propalado anúncio da candidatura única reunindo 11 partidos, foi mais uma vez adiado.

Pelo que estamos percebendo o adiamento, mais uma vez, do lançamento do nome oposicionista para enfrentar Edna Henrique demonstra insegurança, medo e dúvida. Talvez as lideranças contrárias à prefeita de Monteiro tenham tomado conhecimento dos números internos que a situação tem, os quais demonstram o elevado índice de aceitação popular do governo municipal e uma ampla vantagem do nome da prefeita diante dos possíveis concorrentes oposicionistas.

A diferença é tão grande que, mesmo somando-se os índices dos três mais fortes concorrentes, os oposicionistas, segundo dados internos, ainda estariam em grande desvantagem.

Os lideres oposicionistas talvez tenham recebidos informações também dos números sobre a rejeição dos pré-candidatos, apontando que o ex-prefeito Carlos Batinga teria mais do dobro da rejeição de Edna.

Quem conhece o ex-prefeito e ex-deputado Carlos Batinga sabe muito bem que se o mesmo sentisse firmeza na disputa, já teria lançado o seu nome. Se assim não aconteceu, podemos perceber que a tal jiripoca dificilmente conseguirá dar o seu piado em Monteiro.

Afinal de contas um peixe pequeno que só tem de grande a boca, deve estar com medo do bico enorme e forte da tucana que já conseguiu derrotar o grupo de Batinga em 2008 e demonstra que está pronta para uma nova vitoria em 2012.

O anúncio que já foi adiado várias vezes, foi remarcado agora para 2 de junho. Talvez esteja vindo no caminhão de Pierre.

Pelo balanço da canoa, chega 7 de outubro e a jiripoca  de Monteiro vai ficar mesmo sem piar.

terça-feira, 17 de abril de 2012

O discurso contraditório da oposição em Monteiro


Quem acompanha a movimentação política em Monteiro, principalmente quem vive em contato com o povo, percebe claramente o quanto é contraditório e incoerente o discurso que a oposição pratica, na tentativa de desgastar a imagem da prefeita Edna Henrique e de minimizar a grandiosidade do seu trabalho administrativo.

As lideranças oposicionistas têm tanta consciência da força política e da popularidade da prefeita que não conseguem esconder o seu medo. É tanto que nenhum dos lideres da oposição teve ainda a coragem e a iniciativa de lançar oficialmente uma pré-candidatura para bater chapa com Edna.

A conversa é sempre a mesma, de que o nome está à disposição, mas é necessário que todos os pretendentes estejam unidos apoiando uma mesma candidatura, porque só assim existiria a possibilidade de enfrentá-la

Já a partir daí, qualquer menino buchudo nota a contradição do discurso dos adversários de Edna. Tentam passar a imagem que ela estaria desgastada e rejeitada. No entanto, logo em seguida, afirmam categoricamente que todos precisam estar juntos e unidos contra ela.

Ora se esse pseudo desgaste existisse na realidade, qualquer um já teria se lançado oficialmente candidato. Afinal, enfrentar alguém que está desgastado é muito fácil.

O principal líder oposicionista, Carlos Batinga, é tido como o mais provável concorrente de Edna. Tendo perdido as eleições de 2OO8 quando não conseguiu reeleger a então prefeita Doutora Lourdinha, certamente está escaldado e ainda não admitiu atuar em carreira solo na eleição municipal. Só admite se apresentar com o conjunto completo.

Na prática ele sabe que o quadro atual é bem diferente de 1996 quando, na época sem nenhuma rejeição, precisou ter o apoio de todas as lideranças políticas de Monteiro para ganhar de Raul Formiga por uma diferença de 771 votos.

Na eleição pra deputado em 2010, os adeptos do ex-prefeito alegam que ele ganhou de João Henrique em Monteiro. Numa análise mais lógica e mais consciente, porém, os números mostram que, mesmo com a adesão de uma dúzia de lideranças que não haviam votado nele em 2006, Batinga em Monteiro, em 2010, só cresceu sua votação em 150 votos. O deputado João Henrique, mesmo sem o apoio das lideranças que migraram para Batinga, aumentou mais de 400 votos em Monteiro, entre 2006 e 2010.
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Isto, sem falar que todo o grupo maranhista apoiou Batinga, enquanto o bloco de Cássio e Ricardo apoiou João Henrique e Assis Quintans. Lembrando ainda que Batinga perdeu para a soma de João Henrique e Quintans.

O desgaste que a oposição tenta criar para Edna, é fictício. Só existe na cabeça de quem rompeu politicamente com ela.

Alguns partidários oposicionistas que estiveram presentes no último sábado ao Teatro Jansen Filho quando do lançamento da programação do São João 2012, se avaliarem os fatos pela razão e não pela paixão, devem ter percebidos a aprovação popular do trabalho de Edna. Ela foi aplaudida por uma multidão de pessoas, em um público formado na sua grande maioria pela juventude.

Estamos a pouco mais de 60 dias das convenções partidárias e a situação já tem Edna como sua pré-candidata, embora ela no memento esteja mais preocupada com o canteiro de obras e ações administrativas, do que com a campanha política. Mas já admitiu que esta pronta pra guerra.

A oposição, que alardeou durante vários dias um grande encontro e só conseguiu reunir 17 atores desanimados, ainda não disse quem será seu candidato. Ninguém se atreve a empunhar a bandeira, sozinho. Acham que para vencer a “rejeitada” Edna é preciso a união de todos.

Ouvi dizer que na rodinha do moído, recentemente, um dos mais entusiasmados da oposição, dizia em viva voz: “A MULHER TÁ MUITO REJEITADA, NINGUÉM QUER VOTAR NELA. MAS VAMOS TER CUIDADO E TODO MUNDO TEM QUE FICAR JUNTO, PORQUE ELA É PERIGOSA”.

E haja contradição nesse discurso caduco e ultrapassado.


Simorion Matos

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Depois do carnaval


Encerrado o período carnavalesco, os temas políticos voltam à tona em Monteiro, já em clima de pré-campanha. Há informações de que o bloco oposicionista já agendou uma próxima reunião de lideranças, dirigentes partidários e pé candidatos. Segundo noticias colhidas nos bastidores, a ordem agora é fazer um convite boca a boca e exigir a presença de todos os soldados, para apagar a péssima imagem que ficou do fiasco da reunião do dia 4 de fevereiro.

Consultando

Recebi durante o carnaval telefonema do negão abençoado James Vitor, que foi o pintor oficial no governo de Dra. Lourdinha e que atualmente participa de programas radiofônicos na capital. James perguntou a minha opinião sobre o momento político monteirense e eu informei que só poderíamos ter uma visão mais clara nos próximos meses quando a oposição definisse quem seria o seu candidato. Ele me perguntou ainda sobre o que eu achava de uma possível candidatura de Carlos Batinga enfrentando a atual prefeita Edna Henrique. “Se Batinga for candidato juntando todos que estão hoje na oposição em torno de seu nome, a diferença em favor de Edna diminui um pouco. Se não for ele o candidato, a campanha não terá nem graça” respondi ao negão.

Voz isolada

A cada dia é plenamente visível a falta de liderança do vereador Juraci Conrado no bloco de oposição, especialmente na Câmara Municipal de Monteiro. Isto ficou comprovado na sessão para votação das contas da prefeita Edna Henrique. Conrado conseguiu sensibilizar apenas a colega Cristiane Leal. Os demais colegas preferiram seguir carreira solo e não acompanharam o seu pensamento político.

Imagine se Batinga resolver não ser realmente candidato e indicar o vereador para a disputa, em nome do bloco.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Se as fronteiras de Monteiro estivessem fechadas

Em um ato de saudável irreverência, os poetas Ivanildo Vila Nova e Bráulio Tavares, escreveram o decassílabo Imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente. 

Um grito rimado mostrando que outras regiões do país já receberam o trabalho e a inteligência dos nordestinos e que a região teria potencial para existir sem precisar do Brasil.

Nem o Brasil foi dividido e nem o Nordeste ficou independente. A integração nacional abriu oportunidades de crescimento para todos e um nordestino que saiu de Pernambuco pra São Paulo promoveu uma verdadeira revolução sócio-econômica no país.  Mesmo sem ser doutor, Lula escancarou as portas das universidades e estimulou a juventude brasileira a estudar.

Distante milhões de anos-luz da capacidade dos que poeticamente imaginaram um Nordeste independente, mas aproveitando tão somente a idéia de irreverência, levanto uma hipótese de como estaria Monteiro hoje, se já estivesse vingando a proposta de alguns, de fechar as fronteiras da cidade para “quem viesse de fora”, de modo que só pudesse trabalhar na cidade quem nasceu nela.

Antes que alguém, maliciosamente, venha a criar outra imaginação para o meu pensamento, desejo dizer que tenho o maior respeito por aqueles que defendem esse isolacionismo, mas me acho no direito de discordar, porque entendo que aqueles que pensam com grandeza se somam e se integram para crescerem juntos. Os que pensam pequeno se fecham e se isolam, para naufragarem sozinhos.

A União Européia e o Mercosul, são exemplos recentes de que a união e a divisão de oportunidades dão maiores e melhores resultados. Cuba fechou suas fronteiras, e o mundo inteiro conhece a sua pobre realidade.

Ainda bem que as fronteiras de Monteiro nunca foram fechadas. Porque, se assim estivessem desde alguns anos, não teríamos “importado”, por exemplo, o pernambucano Alcindo Bezerra de Menezes, que veio de Paudalho e, como nosso prefeito, construiu a belíssima sede da Prefeitura e o majestoso Grande Hotel. Com porteiras fechadas também não teríamos “importado” de São João do Cariri o líder Alexandre da Silva Brito, prefeito de Monteiro  por 4 vezes. Eu mesmo, com as porteiras fechadas, não teria sido trazido do Recife para ser vereador durante 22 anos, 4 dos quais, presidindo o Poder Legislativo.

Quando as fronteiras estão fechadas, nem se entra e nem se sai. Isolados do mundo, numa Cuba caririzeira, inteligências monteirenses não poderiam mostrar seus valores em outras plagas. Carlos Batinga não poderia sair e ser secretário municipal em João Pessoa, Natal e Salvador; Christiannee Leal não teria feito o brilhante trabalho que fez como secretária em Serra Branca e nem Padinha Torres teria mostrado sua competência em São José dos Ramos. São alguns exemplos, entre inúmeros “forasteiros” que têm ajudado na construção de Monteiro e muitos monteirenses que ajudaram no progresso de outras cidades.

 

domingo, 29 de janeiro de 2012

As propostas de Chuta

O ex-vereador Chuta, do PP, pré-candidato a prefeito de Monteiro nas eleições deste ano, participou neste domingo, 29, de um programa de rádio, quando afirmou que estaria devidamente preparado para a campanha e para assumir a prefeitura, caso seja eleito.

As suas principais idéias, ditas por ele próprio, são:

1º.  Fechar todas as fronteiras do município de Monteiro para quem quiser vir de fora trabalhar na cidade. Para ele, só trabalha em Monteiro quem for de Monteiro. Com as fronteiras fechadas, quem for de Monteiro não poderá sair para trabalhar em outra cidade.

2º. A prefeita ou o prefeito não precisa viajar para Brasília ou João Pessoa para encaminhar projetos ou buscar recursos para o município. Para ele, o gestor municipal deve ficar no gabinete ou na rua atendendo ao povo, enquanto os projetos e recursos ficarão sob a responsabilidade dos deputados e senadores.

3º. Para ser prefeito não precisa ser doutor, aliás, ser doutor até atrapalha. Segundo Chuta, depois que Monteiro passou a ser administrado por doutores, a cidade parou. Com essa afirmação, Chuta não poupou nem mesmo seus novos aliados, porque os dois últimos gestores antes de Edna Henrique, foram um engenheiro, Carlos Batinga e uma médica, doutora Lourdinha.

4º. Chuta fez ainda uma comparação sua com o ex-presidente Lula. Disse ele: “Lula também não é doutor e foi o maior presidente do Brasil e eu que não sou doutor serei o maior prefeito de Monteiro. E entre Lula e eu, ainda levo vantagem porque Lula só tem 9 dedos nas mãos. Imagine eu, que tenho os 10 dedos completos”.

Ainda segundo o pretenso candidato a prefeito, o comércio de Monteiro está parado e deu como exemplo que, alguns anos atrás, Monteiro recebia, por semana, 3 caminhões de açúcar para serem retalhados nos mercados e nas mercearias e hoje não chega mais nenhum caminhão do produto.

Nesse aspecto, talvez Chuta tenha esquecido que no mundo moderno a maioria dos mercadinhos já recebem o açúcar embalado industrialmente , daí o motivo de não se ver mais muitos caminhões com sacos de açúcar, sendo descarregados

domingo, 15 de janeiro de 2012

O moído da política monteirense

A campanha municipal em Monteiro praticamente já começou. Pela situação existe a pré-candidatura da prefeita Edna Henrique, enquanto pela oposição ventila-se quatro pré-candidaturas: Carlos Batinga (PSC), Juraci Conrado (PTB), Chuta (PP) e Dr. Damião (PT). Quando a coisa afunilar, lá para os meados de maio ou junho, deverão ficar realmente duas candidaturas: Edna Henrique e Carlos Batinga.

Estilos diferentes

Estrearam neste domingo na Rádio Monteiro FM,  o programa Dizendo Tudo, com Napoleão de Castro e Jota Junior e Falando a Verdade, com Fábio Brito e Edglay Bezerra. O programa da oposição abriu espaço para Veneziano Vital do Rego, Hervázio Bezerra, Carlos Batinga e Dra. Lourdinha. Já o Falando a Verdade optou pela participação popular e abriu espaço para líderes comunitários e ouvintes, entre eles: Zé de Erasmo, Antônio Maniçoba e Zé de Toinho. Talvez seja essa diferença de estilos que venha a mostrar um grupo mais ligado às “lideranças” e outro mais focado no povão. Dizem que a voz do povo é a voz de Deus.

Afirmação infeliz e egoísta

Foi bastante infeliz e egoísta a entrevista do ex-prefeito Carlos Batinga no programa Dizendo Tudo neste domingo, afirmando que as pessoas divulgam, elogiam e aplaudem a prefeita Edna Henrique por serem pagas para isso.

Eu mesmo fui secretário de Comunicação de Batinga durante mais de 5 anos, ganhando um bom salário de secretário, mais não considero que tenha sido pago para bajular ou aplaudir o seu governo.Pelo contrário, eu era pago por exercer uma atividade profissional que visava dar visibilidade à sua gestão.

Não é possível que o ex-deputado tenha a vaidade e o egoísmo de considerar que só é normal a divulgação do trabalho dele, achando que é errado reconhecer a divulgar o trabalho de outras lideranças. 

Talvez essa forma de pensar esteja contribuindo para que o líder oposicionista venha sofrendo tantas defecções e perdendo apoios de tantos que contribuíram para erguer o seu nome da política.

Resposta do povo

O ex-vereador e ex-secretário de Agricultura de Monteiro, Chuta, afirmou na sua entrevista à Radio Monteiro FM que o agricultor monteirense hoje estaria totalmente esquecido e desvalorizado.

No programa seguinte, várias lideranças da zona rural deram entrevista mostrando exatamente o contrário, reafirmando os avanços verificados nas comunidades rurais de Monteiro e elogiando o trabalho da prefeita Edna Henrique.

Candidatura de Conrado

O vereador Juraci Conrado (PTB) confirmou que também pretende ser candidato a prefeito de Monteiro. Dizem no moído que essa pretensão do vereador só será alimentada até o mês de maio porque em junho ele deverá ser indicado mesmo como candidato à vice. De Batinga ou, pasmem, de Edna.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Indelicadeza e Deselegância


Independente de qual tenha sido o resultado apresentado, foi inoportuna, indelicada e deselegante a atitude de veículos de comunicação ligados à oposição, questionando a lisura do jornalista Fred Menezes em relação à divulgação da pesquisa DATAVOX para a Prefeitura de Monteiro em 2012.

Fred Menezes e o seu portal VITRINE DO CARIRI têm sido homenageados anualmente pela Rádio Cidade de Sumé, pela credibilidade e competência na forma de divulgar os fatos e acontecimentos da região. A Rádio Cidade, que reconhece os valores e o conceito de Fred Menezes, pertence ao Grupo Batinga Chaves.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Contra-ataque fulminante

Mesmo faltando ainda mais de 9 meses para o pleito municipal de 2012, a movimentação política em Monteiro já é intensa e nas duas ultimas semanas o caldeirão esquentou acima da média.

Desde algum tempo, partidários do ex-prefeito Carlos Batinga, procurando a todo custo encontrar um fórmula de esbarrar o crescimento da popularidade da prefeita Edna Henrique e tentar estancar a sangria desatada provocada por uma serie de adesões em prol da reeleição da prefeita, iniciaram uma campanha sistemática de denuncismo contra a gestão municipal. Foram denúncias que não surtiram o efeito desejado, principalmente pela falta de uma argumentação consistente. No auge desse denuncismo, o Tribunal de Contas do Estado colocou um balde de gelo nessa fervura, aprovando as contas da gestora monteirense referentes ao ano de 2009.

Mesmo assim, insistindo na tese do barulho,  continuaram a campanha de oposição radical, tentando apresentar para a opinião pública a imagem de um governo desorganizado e corrupto, mesmo diante de um arrojado canteiro de obras, equilíbrio financeiro e avanços consideráveis em todas as áreas.

Sendo graduado em engenharia, Carlos Batinga esqueceu, no entanto, de um fundamento básico na lei da física: TODA AÇÃO PROVOCA UMA REAÇÃO. Devidamente articulado e organizado, o grupo liderado pelo Deputado João Henrique deu inicio a um contra-ataque fulminante contra o ex-prefeito Batinga, mostrando através de documentos, pendências suas junto à FUNASA e outros órgãos que estariam inclusive causando prejuízos ao município de Monteiro, alem de documentação colhida junto ao Ministério Público Federal sobre o processo que Batinga responde sobre a acusação de prática de improbidade administrativa em caso de licitação.

Assustado com o bombardeio e talvez por não esperar por uma reação tão determinada, o ex-prefeito foi pro rádio e disparou raivosamente contra seus opositores. espalhou na mídia que iria processar os seus “caluniadores”, alegando que não tinha culpa no cartório.
Outra artilharia do grupo João Henrique veio em seguida, mostrando inclusive documentos recentes expedidos no dia 15 de dezembro, mostrando Batinga realmente como o responsável pelas pendências junto à FUNASA e confirmando  que sobre ele pesa a imposição de um débito superior a quatrocentos mil reais como devolução ao erário público, existindo inclusive um boleto de cobrança desse débito.

Diante dos fatos, vale a pena analisar o seguinte: Se Batinga pensa em processar seus “caluniadores”, certamente estará processando a FUNASA e o SIAFI, órgãos que emitiram os documentos que denunciam o ex-prefeito monteirense. Afinal de contas, João Henrique tem esses documentos em mãos e neles se baseou para afirmar o envolvimento do ex-deputado. Em segundo lugar, o episodio serve para mostrar que a realidade política de Monteiro hoje é muito diferente, pois o ex-prefeito não enfrenta mais um adversário fragilizado e sem estrutura. Ao contrário, Batinga, se realmente for candidato, estará enfrentando um grupo articulado e estruturado que inclusive já venceu o seu grupo e pretende repetir a dose.

A guerra está apenas começando, mas já dá sinais do que poderá acontecer lá na frente. A reação de Batinga através de entrevista às emissoras de rádio, mostra que o ex-prefeito já não está tão equilibrado e calculista como sempre se apresentou, quando estava na dianteira. Transtornado, o chefe da oposição tachou adversários de incompetentes, irresponsáveis e desesperados. Os fatos mostram que nessas afirmações Batinga está equivocado.

Incompetentes não, porque conquistaram a prefeitura de Monteiro em 2008 e fizeram com que Batinga não aumentasse a sua votação em 2010, o que contribuiu para a não renovação de seu mandato de deputado.

Irresponsáveis também não, porque as afirmações têm sido feitas com base em documentos reais.

Desesperados também não, porque o nível da linguagem apresentada pelos dois grupos mostra o contrário.

Conversando comigo no final de semana, o deputado João  Henrique informou que o grupo está devidamente municiado de farta documentação sobre atos administrativos  praticados, onde muita coisa precisa ser melhor explicada.

Um dos coordenadores políticos de Edna comentou: “Estamos prontos para dançar valsa, xote e baião. Eles é que vão dizer o ritmo da dança”

Simorion Matos

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Guerra de 12 em Monteiro


Faltando 22 dias para o início do ano eleitoral, a movimentação que já vem sendo apresentada pela imprensa sugere que, em Monteiro, poderá travar-se uma verdadeira guerra.

O bloco da oposição, chefiado pelo ex-prefeito Carlos Batinga, comandou a Prefeitura durante 12 anos mas, em 2008, perdeu as eleições para Edna Henrique. Agora destronado, sem município e sem governo estadual, o grupo Batinga tenta voltar ao poder. Na busca de recuperar forças, essa oposição investe numa campanha sistemática contra Edna, inclusive com denuncismo.

A seu favor, a prefeita tem um verdadeiro canteiro de obras, um elenco de adesões que supera em muito as baixas, a regularidade financeira da sua gestão e a comprovação da lisura dos seus atos administrativos, atestada recentemente pelo Tribunal de Contas do Estado.

Conversando conosco recentemente, Edna Henrique demonstrou segurança e garantiu que está pronta para enfrentar a Guerra de 12.

“Com muita fé no Poder Superior e o apoio do povo, estaremos prontos para enfrentar o desafio, se esta for a vontade dos monteirenses. Vamos comparar o que estamos fazendo em tão pouco tempo, com o que eles não fizeram durante os 12 anos de poder. E o denuncismo que vêm praticando de forma desesperada, rebateremos com a verdade esclarecedor. Com documentos, mostraremos quem realmente cometeu irregularidades”, detonou a guerreira.

A guerra promete.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A resposta de Ravel

Muito lúcida e expressiva a resposta do fotógrafo e cinegrafista Asley Ravel a respeito da tentativa de distorcerem o real sentido de um artigo de sua autoria sobre a política cultural brasileira.

Para os que tentaram distorcer seu pensamento, o recado de Ravel foi curto e direto: "não me usem para fazer politicagem". 

Sem argumentos, palavras maquiadas  se perdem no vazio das suas invenções e intenções.

domingo, 4 de dezembro de 2011

ATIRANDO SEM SABER PRA ONDE

Totalmente desarticulada, sem discurso convincente e perdendo quadros a cada semana, a ala xiita da oposição monteirense tenta de forma desesperada encontrar algum assunto que possa desmerecer a administração da prefeita Edna Henrique.

Apostaram na estória da rejeição e o próprio povo vai às emissoras de rádio elogiar a prefeita, que é recebida com entusiasmo por onde passa.

Depois investiram no denuncismo, apontando supostas irregularidades administrativas em compras e pagamento de despesas. Aí, o Tribunal de Contas do Estado aprova as contas da prefeita.

No momento, escolheram a cultura como alvo. Até opiniões de artistas sobre a política cultural em nível geral,  tenta-se passar como se fosse uma crítica à gestão da cultura local. 

Enquanto isso, milhares de pessoas enchem a praça no Festival Internacional de Folclore e nas exibições do Cine SESI Cultural.

Tem jeito não, só inventando outras.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Quem ensinou a trazer gente “de fora” para Monteiro não foi Edna Henrique

Um grupo em torno de 50 pessoas realizou no dia de finados, em Monteiro um encontro para lançamento do P do D – Partido dos Desocupados. Segundo foi divulgado, o movimento surgiu sob a alegação de que alguns freqüentadores do moído dos “vermelhinhos” estariam desocupados pois, segundo eles, alguns cargos na administração municipal de Monteiro estariam preenchidos por “gente de fora”. Uma clara demonstração de preconceito e divisionismo, como se o simples fato de alguém ter nascido numa determinada cidade não lhe dê permissão para trabalhar em outra.

Com todo respeito ao direito desses reclamantes se reunirem e protestarem, considero que o argumento a respeito das pessoas “de fora” não convence mais. Senão vejamos.

Quem primeiro ensinou a trazer “gente de fora” para trabalhar na prefeitura de Monteiro foi o então prefeito Carlos Batinga. De inicio trouxe de Garanhuns o teatrólogo Marcos Freitas e de Arcoverde o comunicador Paulo Viana. Depois trouxe para a área de saúde o médico Dr. Leônio Sergio para dirigir o Hospital Santa Filomena e depois ser Secretário de Saúde, além das enfermeiras Lauradella Geraldine, Jeane Mantovani (com o marido Altair Mantovani) e Marilayne Chaves. Trouxe para a área de informática Amauri Junior e para a contabilidade, Holdermes Chaves. Diga-se de passagem, que todos são pessoas do melhor conceito profissional e pessoal, que prestaram grandiosos serviços à comunidade monteirense, provando que não é a barreira geográfica o motivo para o cidadão ou uma cidadã exercer a sua profissão.

De outra forma, pessoas de reconhecido valor profissional e pessoal que participaram das administrações monteirenses nos 12 anos da era Batinga também foram exportados para outras cidades onde prestaram grandes serviços. Como exemplo: Cristiane Leal como secretária de saúde de Serra Branca e Pádua Torres como secretário de administração e finanças de São José dos Ramos. Isto sem falar no próprio Carlos Batinga que foi exportado por Monteiro para mostrar seu valor profissional como secretário municipal em João Pessoa, Natal e Salvador.
Esse demonstrativo joga por terra a insatisfação dos vermelhinhos, pelo fato da Prefeita de Monteiro, Edna Henrique, haver colocado meia dúzia de pessoas “de fora” em cargos comissionados em um quadro composto por mais de 100 funções.

Em Monteiro, pessoas “de fora” sempre foram bem recebidas e contribuíram muito com a cidade. Eu nasci em Recife mas me considero monteirense e nesta terra tive a honra de ser vereador durante 22 anos, presidindo o legislativo municipal por duas vezes. O grande líder Alexandre da Silva Brito, que era de São João do Cariri, foi 4 vezes prefeito de Monteiro.

Não devemos ser egoístas ao ponto de considerarmos normal um monteirense atuar em outra cidade, fechando as portas da nossa terra para quem pode nos oferecer dedicação e trabalho.

Afinal de contas se Batinga não queria que pessoas nascidas em outras cidades pudessem trabalhar em Monteiro, ele mesmo não tivesse trazido. A não ser que ele insista na velha tese: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.

Simorion Matos

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Discurso quebrado


Longe do governo, o grupo liderado pelo ex-deputado Carlos Batinga se comporta em Monteiro igualmente a quem perde alguma coisa e fica roendo.

Recentemente comemorou a mudança na Gerência Regional de Educação, quando a monteirense Tânia Araújo foi substituída pelo professor Maurismar Chaves, de São João do Tigre.

Agora, o grupo demonstra euforia antecipada, diante de uma hipótese de substituição na direção do Hospital Regional Santa Filomena por integrantes da Cruz Vermelha. A Cruz Vermelha ainda está em João Pessoa, porém o grupo oposicionista já anseia com o seu desembarque em Monteiro.

No discurso, palavras solenes de querer “devolver” o poder aos monnteirenses. Na prática, a alegria quando alguém monteirense é descartado, pelo simples fato de ter sido indicado pelo deputado João Henrique.

Ah!!! Vão dizer que o atual diretor do hospital, Dr. Raniere Sena, É DE FORA. Esquecem de lembrar que, na era Batinga, trouxeram DE FORA o Dr. Leônio Sérgio para dirigir o HRSF e ser Secretário de Saúde de Monteiro.

É o verdadeiro discurso da contradição.

sábado, 15 de outubro de 2011

Nascendo forte

PSD contabiliza filiação de 500 vereadores

PSD contabiliza filiação de 500 vereadores EM ALTA: Rômulo Gouveia contabiliza filiação de 500 vereadores nos quadros do PSD da Paraíba


O vice-governador da Paraíba e presidente estadual do PSD, Rômulo Gouveia, afirmou ontem, que já filiou mais de 500 vereadores ao partido, além de 30 prefeitos. Segundo ele, o partido deverá disputar as eleições em mais de 100 municípios, com a perspectiva de ampliar estes números. O PSD nasce com diretório em 201 municípios paraibanos.

“Nossa perspectiva é muito boa. Estamos concluindo os relatórios para o TRE e já estamos com diretórios em 201 municípios. Já somos mais de 500 vereadores, temos mais de 30 prefeitos, vice-prefeitos e vamos estar disputando as eleições em mais de 100 municípios. Então a perspectiva é muito positiva, acho que o partido terá um grande desempenho em 2012, tanto no âmbito do Estado como nacionalmente”, afirmou.

Segundo Rômulo, o PSD irá trabalhar o máximo que puder para fortalecer e disputar as eleições com chapas próprias para vereadores em Campina Grande e João Pessoa. “No pior cenário, nossa perspectiva é manter os números que já temos, mas o ideal é ampliar e é esse trabalho que nós vamos realizar. Isso depende muito, obviamente, da população e nós vamos respeitar as decisões das urnas, que a população sabiamente irá escolher os seus representantes para as prefeituras e câmaras municipais”, declarou.

Rômulo Gouveia afirmou que não acredita na possibilidade de novos políticos com mandato se filiarem ao partido nos próximos dias, já que os novos filiados desde o dia 8 de outubro não podem mais se candidatar nas eleições de 2012. “A possibilidade é mínima, a não ser daqueles que não pretendem disputar as próximas eleições”, disse.

O presidente estadual do PSD negou ainda a acusação feita pelo ex-deputado Armando Abílio (PTB) de que a nova legenda não teria respeitado os outros partidos e ‘tratorou’ estas legendas. “Armando falou genericamente. Não foi uma declaração específica. O trabalho que nós fizemos foi o trabalho que ele fez a quatro anos em relação ao PTB. Apenas trabalhamos nesse sentido, mas nada que pudesse fugir da regra e nós tivemos no nosso partido pessoas de várias legendas, e aí do PTB também vieram várias pessoas que sempre estiveram ligadas a mim”, afirmou.



Correio da Paraiba

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

No PPS

Nacional do PPS frustra Bernardino e diz que ‘municipal’ é quem define alianças em 2012

OUÇA: Nacional do PPS frustra Bernardino e diz que ‘municipal’ é quem define alianças em 2012

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, deixou claro, em entrevista nesta quinta (6) a imprensa paraibana, que as composições para as eleições municipais em João Pessoa serão definidas pela direção municipal do partido e que não existe qualquer orientação da direção nacional para impor candidato ou aliança, conforme foi dito recentemente pelo vereador Marcos Vinicius, do PSDB ligado ao senador Cícero Lucena.Segundo o presidente, o PPS é uma legenda que não faz imposições de “cima para baixo”.

“Quem determina é o poder local. Deixamos as nossas direções municipais livres para decidirem, afinal esta é uma decisão que afeta o município e o PPS tem uma postura de respeito às direções municipais”, declarou.Roberto Freire acredita que está cedo para tratar do tema e lembrou que a aliança que o PPS fez com o PSDB foi válida para as eleições de José Serra e que não seria balizadora de novas composições para o pleito de 2012. “Somos uma legenda independente.

Na Paraíba, fizemos aliança com o PSB nas eleições para governador e não tivemos problema algum”, destacou.“Fiquem despreocupados que a definição de aliança com A ou B não virá da direção nacional e o momento atual é de fortalecer os diretórios municipais ou comissões provisórias”, reafirmou.

Efeito contrário


A estratégia adotada pela oposição monteirense criando a idéia de que a prefeita de Monteiro, Edna Henrique, estaria rejeitada pela população, vem provocando efeito contrário aos seus criadores.

Enquanto alimentam esse noticiário, Edna Henrique trabalha cada vez mais e recebe novas adesões a cada semana.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Palpite infeliz


Tenho o mais profundo respeito e admiração pelo deputado Francisco de Assis Quintans, a quem tive a honra de assessorar durante um bom tempo e em quem votei por três vezes.

Sou conhecedor da sua luta pelo Cariri e estive presente, enquanto integrante da sua assessoria, acompanhando-o em dois grandes momentos para a região: numa audiência com  a reitora Marlene Alves tratando da implantação da UEPB em Monteiro e em outra audiência com o reitor Thompson Mariz  lutando pelo campus da UFCG em Sumé.

É inquestionável o seu trabalho pelo Cariri.

Acontece que, como todo ser humano, Quintans deve ter os seus momentos negros e infelizes. E com todo respeito que lhe tenho, considero um ato infeliz ou no mínimo impensado a apresentação desse projeto que pretende criar a Região Metropolitana de Sumé.

Nada tenho contra a terra de Zé Marcolino. Pelo contrário, admiro a cidade onde tenho vários amigos.

Porém, quem tiver o mínimo de percepção entende perfeitamente que a criação de uma região metropolitana em Sumé, nos moldes do projeto de Quintans, implicaria tão somente na trasferência da gestão administrativa de Monteiro, atual sede regional, para a outrora capital do tomate.

Se a Paraíba já tem sua divisão geo administrativa, se Monteiro já é sede da 5ª Região não existe nenhuma necessidade de mudança, daí ser inoportuno o projeto. O deputado Quintans, que obteve 1800 votos em Monteiro, precisa lutar pelo fortalecimento do que a cidade conquistou e nunca tirar dela as suas conquistas.

Exatamente por isso, estou irmanado ao grito de protesto do deputado João Henrique e dos vereadores.

 Sumé tem todo direito de crescer sem, no entanto, precisar retirar o que pertence ao povo de Monteiro. Afinal de contas, somos um só povo, a nação Cariri.

domingo, 18 de setembro de 2011

A “livre” imprensa de situação ou de oposição


Quem acompanha os portais e blogs já deve ter lido alguém tentando vender a idéia de que o seu portal é livre e imparcial, enquanto outros estariam a serviço do poder.

 Essa historia de arrotar credibilidade e independência é muito antiga no mundo da comunicação, mas na realidade raros são os que exercitam a arte de falar ou escrever com absoluta isenção. O que existe é muita gente vendendo chavões de “imparcialidade”, criticando quem divulga o governo, mas pensando mesmo é em chegar ou voltar a esse mesmo poder. Ideologistas ainda existem, mas são pouquíssimos.

 Por isto mesmo, ao tempo em que mantenho admiração e respeito por algum colega que se considera “imprensa livre” me permito afirmar que, sendo um determinado comunicador ligado a João Henrique e outro profissional atrelado a Carlos Batinga,  nenhum deles é completamente livre e independente. A imprensa simpática ao governo mostra o que existe, o que é feito. Por exemplo, o SAMU, a UPA, o calçamento nas ruas, o pagamento em dia dos funcionários, a beleza das praças, os investimentos na educação, os grandes eventos e inúmeras ações que estão ao alcance de todos. Talvez por mostrar o que é feito, esse grupo seja rotulado de imprensa governista.

O lado da imprensa que só critica e só procura defeitos, que permaneça defendendo suas bandeiras e fazendo o seu papel, porém não se proclame como “imprensa livre”, porque está a serviço da oposição. E se está a serviço dos que são contra, ela não é verdadeiramente livre. Afinal de contas, livre é quem não está a serviço de ninguém.
 Se a sua opção é ser contra, faça a sua imprensa “livre” mostrando apenas o lado negativo, na tentativa de voltar ao poder. Mas conceda aos simpáticos ao governo  o direito de fazer uma imprensa “livre” que mostra os resultados.

Cante lá que eu canto cá.